Escrita
por John Phillips e Michelle Phillips, foi gravada em 4 de novembro
de 1965, no United Western Studio, em Hollywood, California e lançada
em 8 de dezembro de 1965 no compacto que tinha Somebody Groovy no
Lado B. Sairia depois em 28 de fevereiro de 1966 no disco de estréia
do grupo, chamado If you can believe your eyes and ears. Na verdade a
canção foi gravada primeiro por Barry McGire e The Mamas and The
Papas fizeram os backing vocals pra ele. A versão dos Mamas and
Papas é a mais fuderosa e é o número 89 da lista da Revista
Rolling Stone das 500 greatest songs of all time. A letra fala do
narrador sonhando por um inverno em Los Angeles, já que estava em
New York City. Alguns dizem que essa canção abriu a era da
contracultura. Ganhou Disco de Ouro e entrou pro Grammy Hall of Fame
em 2001. Foi escrita em 1963, quando o casal Phillips morava em New
York City. Bud Shank tocou flauta. P.F. Sloan tocou a guitarra,
Chegou ao número 4 dos charts Billboard Hot100. Também chegou ao
número 3 no Canadá, número 14 na Nova Zelandia, número 23 no
Reino Unido e número 87 na Australia. Foi regravada por America,
Jose Felicano e pelos Beach Boys, entre outros artistas,
A letra:
All
the leaves are brown (all the leaves are brown) And the sky is
gray (and the sky is gray) I've been for a walk (I've been for a
walk) On a winter's day (on a winter's day) I'd be safe and
warm (I'd be safe and warm) If I was in L.A. (if I was in L.A.)
California
dreamin' (California dreamin') On such a winter's day
Stopped
into a church I passed along the way Well, I got down on my
knees (got down on my knees) And I pretend to pray (I pretend to
pray) You know the preacher like the cold (preacher like the
cold) He knows I'm gonna stay (knows I'm gonna stay)
California
dreamin' (California dreamin') On such a winter's day
All
the leaves are brown (all the leaves are brown) And the sky is
gray (and the sky is gray) I've been for a walk (I've been for a
walk) On a winter's day (on a winter's day)
If
I didn't tell her (if I didn't tell her) I could leave today (I
could leave today)
California
dreamin' (California dreamin') On such a winter's day (California
dreamin') On such a winter's day (California dreamin') On such
a winter's day
Escrita por
Paul McCartney mas creditada à dupla Lennon/McCartney, foi gravada
em 14 de junho de 1965 e lançada em 6 de agosto de 1965 no disco
Help! Foi também lançada em compacto nos Estados Unidos, em 13 de
setembro de 1965, tendo Act naturally como Lado B.
Paul cantou
e tocou violão acompanhado de um quarteto de cordas. Foi a primeira
música solo dos Beatles. Ainda hoje Yesterday é muito popular, com
mais de 2.200 regravações. É uma das canções que foi mais
regravada na história da música. Foi eleita pela BBC, MTV e Rolling
Stone Magazine como a música do século.
Recebeu um
Grammy em 1997 e BMI disse que essa música tocou mais de 7 milhões
de vezes apenas no século passado.
Trata-se de
uma balada melancólica acerca do fim de um relacionamento. Somente
Paul aparece na gravação. Ficou tão diferente do resto do trabalho
dos Beatles até então, que a música foi vetada pelos outros tres
membros da banda de ser lançada em compacto no Reino Unido.
Paul sonhou
com a melodia e quando acordou correu pro piano para não esquecer.
Paul achava que estava fazendo plágio inconsciente de alguém. Por
um mês, ele saiu perguntando as pessoas do mundo da música se
alguém tinha ouvido aquela melodia antes. Como ninguém nunca tinha
ouvido, ele gravou-a. Foi como se ele tivesse levado algo pra policia
e depois de algumas semanas como ninguém disse que era o dono, ele
ficou pra ele.
Quando se
convenceu que ninguém tinha composto nada igual anteriormente, ele
começou a escrever a letra. O primeiro titulo foi “Scrambled
eggs”. E a letra era “Scrambled eggs/Oh, my baby how I love your
legs”.
Tinha um
piano nas gravações de Help! e Paul sempre parava pra trabalhar em
Yesterdary. O diretor do filme, Richard Lester, se irritou dizendo
que se Paul não acabasse logo essa maldita canção, ele iria
remover o piano dali. George Harrison também se irritou, dizendo:
“Paul está sempre falando desse canção. A gente pensa que ele é
Beethoven ou alguém do tipo.
Paul
escreveu essa canção ainda em 1964, numa turnê na França. Poderia
ter sido lançada no A Hard day's night, mas não foi. Poderia ter
sido lançada em Beatles for Sale, não foi. Paul não chegava a um
acordo com o produtor George Martin e também com os outros membros
da banda, para lançar.
John disse
que ela ficou circulando por meses e meses antes deles decidirem
gravar. Cada sessão de gravação ela aparecia, mas não conseguia
sair. Paul disse que a letra só ficou pronta durante uma viagem à
Portugal, em maio de 1965.
Em 27 de
maio de 1965, Paul foi com sua noiva Jane Asher pra o Algarve e lá
pediu um violão emprestado a Bruce Welch, dono da casa onde eles
estavam hospedados e completou Yesterday ali. Paul ofereceu Yesterday
pra Chris Farlowe, mas ele recusou dizendo ser muito “soft”.
Em uma
entrevista de 1967, o entrevistador Brian Matthew perguntou a John
Lennon pra falar um pouco de Yesterday. John disse que não sabia
nada dessa música, que iria passar a palavra pra Paul. Paul
respondeu assim: “Esta canção é Paul, num feriado, tocando seu
violão medieval. Eu pensei em Scrambbled Eggs como titulo, e não
encontrava um melhor, então veio o velho sábio oriental, John
Lennon, e disse que o nome pra ela seria Yesterday!
Foi gravada
imediatamente após gravarem I'm down e quatro dias antes de Paul
completar 23 anos de idade. Paul cantou e tocou violão. Tony Gilbert
e Sidney Sax tocaram violinos. Kenneth Exxex tocou viola, Peter
Halling e Francisco Gabarro tocaram cello.
Yesterday
chegou ao número 1 nos charts pop americanos, na Noruega e Holanda.
Número 2 na Australia, número 6 na Alemanha, número 10 na Austria
e número 44 na Espanha. Número 8 no Reino Unido e número 5 na
Polonia.
Como os
Beatles não queriam lançar a música por ser muito diferente do
trabalho deles, eles convenceram a gravadora de não lançar um
compacto com ela no Reino Unido. Mas Matt Monro gravou uma versão
antes dos Beatles. A versão dele entrou no TOP 10 britanico logo no
outono de 1965.
Mas como os
Beatles não apitavam muito na Capitol, a gravadora americana, eles
não conseguiram impedir o lançamento de um compacto com Yesterday e
Act naturally. Lançado em 13 de setembro de 1965, ficou em primeiro
lugar dos charts pop americanos por 4 semanas, a começar no dia 9 de
outubro. Ficou 11 semanas no chart, vendendo 1 milhão de copias em 5
semanas.
Yesterday
foi o quinto de seis numeros 1 que os Beatles colocaram seguidamente
nos Estados Unidos. As outras foram I feel fine, Eight days a week,
Ticket to ride, Help! e We can work it out.
Nesse ponto,
mudou quem escrevia os sucessos número 1 do grupo. John escreveu
cinco até Help! e Paul escreveu oito, a partir de Yesterday.
Yesterday é
uma das canções mais regravadas da história da musica popular. Tem
entrada no livro dos records, Guiness, dizendo que em janeiro de
1986, 1,600 versões dela haviam sido gravadas. No Grammy de 2006,
Paul tocou uma versao dela com Linkin' Park e Jay-Z (Numb/Encore).
É a canção
de número 13 da lista das 500 maiores cancoes de todos os tempos da
revista Rolling Stone.
Chuck Berry
disse que Yesterday era a canção que ele desejaria ter escrito e
não escreveu. Bob Dylan nunca gostou de Yesterday. John Lennon pouco
antes de morrer, disse que a letra não se resolve. Ele achava a
letra boa, mas que não diziam nada, que o ouvinte não sabia o que
aconteceu. Ele disse que ela foi embora e ele desejava que fosse
ontem, mas que só conseguimos pegar isso.
Pra
completar, John Lennon disse que era uma bonita canção, mas que ele
nunca desejou tê-la escrito. Reafirmou que era uma grande canção
escrita por Paul, mas que ele, John, não acreditava em ontem. Ele
acreditava que a vida começava aos 40.
A letra:
Yesterday all
my troubles seemed so far away. Now it looks as though they're
here to stay. Oh, I believe in yesterday.
Suddenly I'm not
half the man I used to be. There's a shadow hanging over me. Oh,
yesterday came suddenly.
Why she had to go, I don't know, she
wouldn't say. I said something wrong, now I long for
yesterday.
Yesterday love was such an easy game to play. Now
I need a place to hide away. Oh, I believe in yesterday.
Why
she had to go, I don't know, she wouldn't say. I said something
wrong, now I long for yesterday.
Yesterday love was such an
easy game to play. Now I need a place to hide away. Oh, I
believe in yesterday.
Escrita por
Sonny Bono, foi lançada em 9 de julho de 1965 no primeiro disco da
dupla Look at us. Também foi lançada em compacto com It's gonna
rain como Lado B. Esse compacto chegou ao número 1 dos charts pop
americanos em agosto de 1965 e ficou três semanas no topo. Vendeu
mais de um milhão de cópias na época e tambem foi número 1 no
Canada e número 1 no Reino Unido.
É a canção
de número 444 da lista das 500 maiores canções de todos os tempos
da revista Rolling Stone.
Sonny Bono
trabalhava como Compositor e produtor para Phil Spector. Então ele
resolveu escrever essa canção pra ele mesmo e sua esposa, Cher, uma
noite no basement da casa deles. O Wrecking Crew participou da
gravação. Hal Blaine foi o baterista. I got you babe se tornou a
música da carreira deles e a gravação definiu o começo do
movimento contracultural hippie.
A canção
era o sentimento oporto de It ain't me babe, de Bob Dylan. A
diferença era a letra complexa de Dylan e simples de Sonny. Ele
começava com “They”, sugerindo pessoas que colocavam barreiras
no romance deles. No entanto, enquanto a estrutura da música de
Dylan era simples, a de Sonny era mais ambiciosa estruturalmente.
Com o tempo
de valsa, as vezes escutamos um oboé tocado por Warren Webb. Os
vocais se alternam, deixando a canção mais interessante.
Além de
número 1 nos três países já citados, foi também número 3 na
Australia, 6 na Austria, 12 na Belgica, 8 na Finlandia, 7 na França,
3 na Alemanha, 2 na Irlanda, 4 na Holanda, 1 na Nova Zelandia, 6 na
Noruega, 5 em Singapura, 5 na Africa do Sul, 5 na Suécia e 7 na
Suíça.
20 anos
depois, em 1985, o UB40 lançou uma versão em conjunto com Chrissie
Hynde, dos Pretenders. Essa versão saiu no disco Baggariddim, do
UB40, de 1985 e também dos Pretenders The Singles, de 1987. A versão
deles chegou ao número 1 dos charts britanicos e número 28 dos
charts pop americanos.
Em 1993,
Cher gravou uma versão com Beavis and Butthead, do desenho animado.
Essa gravação chegou ao TOP40 no Reino Unido, Belgica e Suécia,
assim como TOP10 na Holanda.
A letra:
They say we're
young and we don't know We won't find out until we're grown Well
I don't know if all that's true 'Cause you got me, and baby I got
you
Babe I got you babe I got you babe
They say
our love won't pay the rent Before it's earned, Our money's all
been spent I guess that's so, we don't have a pot But at least
I'm sure Of all the things we got
Babe I got you babe I
got you babe
I got flowers in the spring I got you to wear
my ring And when I'm sad, you're a clown And if I get scared,
you're always around
Don't let them say your hair's too
long 'Cause I don't care, With you I can't go wrong Then put
your little hand in mine There ain't no hill or mountain We
can't climb
Babe I got you babe I got you babe
I
got you to hold my hand I got you to understand I got you to
walk with me I got you to talk with me I got you to kiss
goodnight I got you to hold me tight I got you, I won't let
go I got you to love me so I got you babe I got you babe I
got you babe I got you babe
Escrita
Brian Wilson e Mike Love, foi gravada nos dias 8 e 19 de janeiro de
1965 no United Western Recorders em Hollywood, California e lançada
em 8 de março de 1965 no disco Today! Foi lançada também no dia 5
de abril em um compacto que tinha Kiss me baby como Lado B.
Chegou ao
número 1 nos charts pop americanos, se tornando o segundo compacto
dos Beach Boys a chegar ao número 1. O primeiro foi I get around, de
1964, já comentado aqui no nosso blog. Help me, Rhonda foi o
primeiro compacto dos Beach Boys a ter Al Jardine nos vocais
principais.
A letra
conta a narrativa de como um cara estava atraído por uma menina e
então a mesma arranja outro cara e para ajudar no processo de cura,
ele pede a outra garota, Rhonda, pra ajudá-lo nesse processo.
Foi gravada
com os Beach Boys e a Wrecking Crew: Carl Wilson, Bill Pitman e Glen
Campbell nas guitarras, Billy Strange no ukulelê, Ray Pohlman no
baixo, Leon Russell no piano, Hal Blaine na bateria e timbal, Julius
Wetcher nas claves, Billy Lee Riley na gaita, Steve Douglas e Plas
Johnson nos sa tenor e Jay Migliori no sax baritono. Al Jardine fez o
vocal principal e Carl Wilson Dennis Wilson, Mike Love e Brian Wilson
fizeram os backing vocals.
Nao tem um
solo de guitarra sequer e a música começa com uma introdução
breve de ukulelê.
Na primeira
sessão de gravação, Murry Wilson, o pai dos irmãos Wilson, chegou
bebado no estúdio, reclamando da gravação e do entusiasmo dos
membros da banda. Brian Wilson ficou puto, tirou os headphones e a
briga foi toda gravada e espalhada aos fãs da banda.
Além de
número 1 nos Estados Unidos, chegou ao número 1 no Canadá, número
5 na Suécia, número 10 na Alemanha e Austrália, número 2 em
Singapura, número 3 nas Filipinas, número 5 em Hong Kong, número 9
na Irlanda e número 27 no Reino Unido.
Os Beach
Boys tocaram com o Grateful Dead em 27 de abril de 1971 no Fillmore
East em NYC. Jerry Garcis deu o seu toque especial naquela
oportunidade à canção.
Foi
regravada por Roy Orbison em 1970, por Johnny Rivers em 1975, Jan and
Dean em 1982, Brian Wilson em 2000, Ricky Martin em 2001, Al Jardine
e Steve Miller em 2010, entre outros.
A letra:
Well since she
put me down I 've been out doin' in my head Come in late at night
and in the mornin' I just lay in bed
Well, Rhonda you look so
fine (look so fine) And I know it wouldn't take much time For
you to help me Rhonda Help me get her out of my heart
Help
me Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda Help, help me
Rhonda Help me Rhonda Help, help me Rhonda Help me
Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda Help, help me
Rhonda Help me Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda
yeah Get her out of my heart
She was gonna be my wife And
I was gonna be her man But she let another guy come between us And
it shattered our plan
Well, Rhonda you caught my eye
(caught my eye) And I can give you lotsa reasons why You gotta
help me Rhonda Help me get her out of my heart
Help me
Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda Help, help me
Rhonda Help me Rhonda Help, help me Rhonda Help me
Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda Help, help me
Rhonda Help me Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda
yeah Get her out of my heart
Help me Rhonda Help, help
me Rhonda Help me Rhonda Help, help me Rhonda Help me
Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda Help, help me
Rhonda Help me Rhonda Help, help me Rhonda Help me
Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda yeah Get her out
of my heart
Help me Rhonda Help, help me Rhonda Help me
Rhonda Help, help me Rhonda Help me Rhonda Help, help me
Rhonda Help me Rhonda Help, help me Rhonda
Escrita por
John Lennon mas creditada à dupla Lennon/McCartney, foi gravada em
18 de fevereiro de 1965 e lançada em 6 de agosto de 1965 no álbum
Help!
O vocal de
John foi inspirado em Bob Dylan. John escreveu a canção em casa,
querendo uma música nova pro filme Help!, no periodo em que ele
chamou de Periodo Dylan. Paul disse que a canção era basicamente
John sendo Bob Dylan.
A canção
não tem backing vocals e uma percussão leve. Um acompanhamento
basicamente acustico, com exceção do baixo de Paul. Foi adicionada
uma flauta tenor e uma flauta alta, tocada por John Scott.
John tocou
violão de 12 cordas, Paul tocou baixo, George Harrison tocou violão
clássico. Ringo tocou bateria com baquetas de escova, pandeiro e
maracas. E John Scott, flauta alta e flauta tenor.
Foi
regravada por Eddie Vedder em 2001. The Beach Boys em 1965. Jan and
Dean em 1966. Oasis, Waylon Jennings e outros artistas.
A letra:
Here I stand
head in hand Turn my face to the wall If she's gone I can't go
on Feeling two-foot small
Everywhere people stare Each
and every day I can see them laugh at me And I hear them
say
Hey you've got to hide your love away Hey you've got to
hide your love away
How can I even try I can never
win Hearing them, seeing them In the state I'm in
How
could she say to me Love will find a way Gather round all you
clowns Let me hear you say
Hey you've got to hide your love
away Hey you've got to hide your love away
Escrita
Roger Atkins e Carl D'Errico, foi lançada pelos Animals em outubro
de 1965, em um compacto que tinha I'm going to change the world como
Lado B.
A gravação
foi impulsionada pelo riff de baixo de Chas Chandler, seguida de um
riff de guitarra eletrica de 12 cordas tocada por Hilton Valentine.
Ao que tudo indica, esses riffs que deram força à canção. O órgão
de Alan Price foi quem fez a distinção dos Animals pra os outros
artistas da Invasão Britânica e diferenciando tambem do Dave Clark
Five por causa do tom mais sombrio. Aí então entrava a voz rouca do
vocalista Eric Burdon, dando o toque final ao som dos Animals.
Chegou ao
número 2 no Canadá, número 5 na Noruega, número 7 no Reino Unido
e número 23 nos Estados Unidos.
A letra:
It's
a hard world to get a break in All the good things have been
taken But girl there are ways To make certain things pay Though
I'm dressed in these rags I'll wear sable some day Hear what I
say I'm gonna ride the serpent No more time spent sweatin'
rent Hear my command I'm breakin' loose, it ain't no
use Holdin' me down, stick around
And baby, baby Remember, remember It's my life and I'll do
what I want It's my mind and I'll think like I want Show me I'm
wrong, hurt me sometime But some day I'll treat you real fine
There'll be women and their fortunes Who just want to mother
orphans Are you gonna cry While I'm squeezin' them dry Takin'
all I can get, no regrets When I, openly lie And live on their
money Believe me honey, that money Can you believe, I ain't no
saint No complaints So girl throw out Any doubt
And baby (baby) Remember (remember) It's my life and I'll do
what I want It's my mind and I'll think like I want Show me I'm
wrong, hurt me sometime But some day I'll treat you real fine
(It's my life and I'll do what I want) Don't push me (It's my
mind and I'll think like I want) It's my life (It's my life and
I'll do what I want) And I can do what I want (It's my mind and
I'll think like I want) You can't tell me (It's my life and I'll
do what I want)
The Animals em 1965:
Bon Jovi:
Eric Burdon and The
Animals, ao vivo na Espanha, em 2011:
Escrita por
Bob Dylan, foi gravada em 15 de janeiro de 1965 e lançada no quinto
disco de estúdios dele chamado Bringing it all back home em 22 de
março de 1965. Depois foi lançada em compacto como Lado B de Like a
rolling stone, em 20 de julho de 1965.
Bob Dylan
gravou a canção somente acompanhado pelo seu violão e gaita. É
uma das canções de Dylan mais surreais. A poesia abstrata parte de
um visão de pesadelo. Cada verso é uma descrição de uma sociedade
em decomposição.
Apesar do
título da canção sugerir uma esperança de paraíso, não existe
paraíso nesse lugar que a canção descreve. Ao invés disso, o
imaginário descreve corrupção e decadencia. A frase final de cada
verso é seguida por uma nota de gaita que enfatiza que esse Eden não
pode ser alcançado.
A fé cega
que a vida pós a morte é de perdão é uma mentira, pois cria
complacencia nessa vida daqui. É o que fala a música. No primeiro
verso, um ajo cowboy montado em nuvens procura o sol usando uma vela
de cera preta. No segundo verso, o choro de bebês que procuram
silencio no paraíso é abafado pelos objetos metalicos de uma cidade
industrializada. No terceiro verso, um soldado selvagem coloca a
cabeça na areia como um avestruz e espera juntamente com um caçador
surdo pelo mítico barco que leva ao paraíso.
No quarto
verso, Aladim e sua lampada mágica e macacos montam no pordo dourado
que promete o paraíso e ouvintes apenas riem dessa promessa quando
eles de fato chegam no paraíso. O quinto verso descreve marxistas
filosofando e esperando por reis para sucederem uns aos outros,
enquanto o público ignora-os, pois sabem que eles não são reis no
paraíso.
No verso
seis, um motociclista atormenta um homem de negocios baixinho,
enquanto um urubu fica obervando. Ambos estao preocupados com o
pecado, mas não há pecados na morte no paraíso. O verso sete conta
que os reinos da experiencia eventualmente apodrecem, pessoas pobres
brigam entre si pelas suas parcas posses e a nobreza fica apenas
balbuciando a respeito, mas nada disso importa no paraíso.
No oitavo
verso, as pessosa tentam mudar os destinos delas, mas tudo isso é
fútil quando eles chegam no paraíso. No verso final, a amante do
narrador conta a ele dos sonhos dela, mas ele percebe que o seu sonho
de morte é o único verdadeiro.
Foi
regravada por Julie Felix em 1967, Arlo Guthrie em 1973, Ralph
McTell, Bryan Ferry, Michel Montecrossa, e uma versão de Dylan e
Neil Young em 1992, entre outros artistas.
A letra:
Of war and
peace the truth just twists Its curfew gull it glides Upon
four-legged forest clouds The cowboy angel rides With his
candle lit into the sun Though its glow is waxed in black All
except when 'neath the trees of Eden.
The lamppost stands with
folded arms Its iron claws attached To curbs 'neath holes where
babies wail Though it shadows metal badge All and all can only
fall With a crashing but meaningless blow No sound ever comes
from the Gates of Eden.
The savage soldiers sticks his head in
sand And then complains Unto the shoeless hunter who's gone
deaf But still remains Upon the beach where hound dogs bay At
ships with tattooed sails Heading for the Gates of Eden.
With
a time-rusted compass blade Aladdin and his lamp Sits with
Utopian hermit monks Side saddle on the Golden Calf And on
their promises of paradise You will not hear a laugh All except
inside the Gates of Eden.
Relationships of ownership They
whisper in the wings To those condemned to act accordingly And
wait for succeeding kings And I will try to harmonize with
songs The lonesome sparrow sings There are no kings inside the
Gates of Eden.
The motorcycle black Madonna Two-wheeled
gypsy queen And her silver-studded phantom cause The gray
flannel dwarf to scream As he weeps to wicked birds of prey Who
pick up on his bread crumb sins And there are no sins inside the
Gates of Eden.
The kingdoms of Experience In the precious
winds they rot While paupers change possessions Each one
wishing for what the other has got And the princess and the
prince Discuss what's real and what is not It doesn't matter
inside the Gates of Eden.
The foreign sun, it squints upon A
bed that is never mine As friends and other strangers From
their fates try to resign Leaving men wholly totally free To do
anything they wish to do but die And there are no trials inside
the Gates of Eden.
At dawn my lover comes to me And tells
me of her dreams With no attempts to shovel the glimpse Into
the ditch of what each one means At times I think there are no
words But these to tell what's true And there are no truths
outside the Gates of Eden.
Escrita por
John Lennon, mas creditada à dupla Lennon/McCartney, foi gravada em
16 de fevereiro de 1965 e lançada em 9 de abril de 1965 no Reino
Unido e em 19 de abril de 1965 nos Estados Unidos, em um compacto que
tinha Ticket to tide no Lado A.
É uma das
mais completas e dissonantes harmonias vocais de tres partes dos
Beatles e mostra o uso de George Harrison começando a usar um pedal
de volume na guitarra.
John disse
que fez Yes it is numa tentativa de refazer This boy e ele acha que
não funcionou muito bem. Já Paul disse que é uma canção de John
que ele gosta muito, muito bem feita. Paul disse que assitiu quando
John a finalizou.
Levaram 5
horas de gravação, com 14 takes sendo precisos pra terminar. Foi a
canção que levaram mais tempo para gravar em 1965. Gravaram no
mesmo dia que gravaram I need you. As harmonias vocais de John, Paul
e George Harrison demorou 3 horas pra serem gravadas, cantando ao
vivo, juntos.
Os críticos
consideram a canção mais profunda psicologicamente criada pelo
Beatles até então e que foi um grande passe pro desenvolvimento
deles como compositores. Billy Joel disse que sua canção Through
the long night, de 1980, foi baseada em Yes it is. Don Henley gravou
uma versão acustica no Bridge School Benefit.
Na gravação,
John fez os vocais principais e tocou um violão semi-acustico. Paul
fez as harmonias vocais e tocou baixo. George Harrison fez as
harmonias vocais e tocou guitarra com pedal de volume. Ringo tocou
bateria e pandeiro.
A letra:
If you wear red
tonight Remember what I said tonight For red is the color that
my baby wore And what is more, it's true Yes it is
Scarlet
were the clothes she wore Everybody knows I've sure I could
remember all the things we planned Understand, it's true Yes it
is, it's true Yes it is
I could be happy with you by my
side If I could forget her, but it's my pride Yes it is, yes it
is Oh, yes it is, yeah
Please don't wear red tonight This
is what I said tonight For red is the color that will make me
blue In spite of you, it's true Yes it is, it's true Yes it
is
I could be happy with you by my side If I could forget
her, but it's my pride Yes it is, yes it is Oh, yes it is,
yeah
Please don't wear red tonight This is what I said
tonight For red is the color that will make me blue In spite of
you, it's true Yes it is, it's true Yes it is, it's true
Escrita por
Mick Jagger e Keith Richards, foi em 11 e 12 de janeiro de 1965, nos
estúdios da RCA, em Hollywood, California. Foi lançada em 26 de
fevereiro de 1965 no Reino Unido e 13 de março de 1965 nos Estados
Unidos, em um compacto que tinha Play with fire como Lado B.
Foi o
primeiro compacto escrito por Mick Jagger e Keith Richards. Foi o
terceiro compacto dos Stones à chegarem no numero 1 no Reino Unido,
ficando três semanas no topo, no fim de março de 1965 e começo de
abril. Chegou ao número 2 na Irlanda. O riff era tocado por Brian
Jones e os acordes os solos eram tocados por keith Richards.
Mick Jagger
cantou e tocou percussão. Brian Jones tocou guitarra. Keith Richards
tocou guitarra solo e fez backing vocals. Bill Wyman tocou baixo e
fez backing vocals. Charlie Watts tocou bateria.
Foi
regravada pelos Grateful Dead ao vivo. The Andrew Oldham Orchestra
gravou-a com cordas, arranjada por David Whitaker. Ronnie Bird lançou
uma versão em francês. The Who gravou-a em 1967. Bruce Springsteen
sempre tocava-a nos seus shows. Bobby Bare gravou-a em 1978, Dusan
Prelevic gravou uma versão em sérvio.
The Tractor
gravaram-na em 1997. Também em 1997 a banda The Verve colocou um
sample de The last time com as cordas em sua clássica Bitter Sweet
Symphony.
Em 1998 Mare
Winningham gravou uma versão. Em 2002 foi a vez de John Farnham.
Nena gravou em 2007. Mick Jagger gravou com Arcade Fire para um
episódio de Saturday Night Live.
A versão do
The Who foi gravada em 28 de junho de 1967 e lançada logo em 30 de
junho de 1967 em um compacto que tinha Under my thumb como Lado B.
A gravação
desse compacto se deu porque Mick Jagger e Keith Richards foram
presos por estarem portando drogas. Eles gravaram essas duas canções
dos Stones pra ajudar na fiança da dupla. Mas quando o compacto
saiu, eles já haviam sido soltos. Foram gravadas nas pressas e
ficaram nas lojas por uma semana apenas. O baixista do The Who John
Entwistle estava em lua-de-mel e autorizou Pete Townshend a gravar o
baixo por ele nas duas gravações. Chegaram ao número 44 dos charts
britanicos.
A letra:
Well I told you
once and I told you twice But you never listen to my advice You
don't try very hard to please me With what you know it should be
easy Well this could be the last time This could be the last
time Maybe the last time I don't know. Oh no. Oh no
Well, I'm
sorry girl but I can't stay Feelin' like I do today It's too
much pain and too much sorrow Guess I'll feel the same
tomorrow Well this could be the last time This could be the
last time Maybe the last time I don't know. Oh no. Oh no
Well I told
you once and I told you twice That someone will have to pay the
price But here's a chance to change your mind Cos' I'll be gone
a long, long time Well this could be the last time This could
be the last time Maybe the last time I don't know. Oh no. Oh
no Well, this could be the last time
Stones em 1965:
A versão do
The Who:
A versão de
Andrew Oldham Orquestra, instrumental, que foi usada em Bitter sweet
symphony:
Escrita por
Bob Dylan, foi gravada em 14 de outubro de 1965, nos estúdios da
Columbia Records, em new York City. Foi lançada inicialmente em 8 de
março de 1965 em um compacto que tinha She belongs to me como Lado
B. Também foi lançada duas semanas depois no álbum Bringing it all
back home. Foi o primeiro TOP 40 de Dylan nos Estados Unidos,
chegando ao número 39. Chegou também ao número 10 no Reino Unido.
Subterranean
homesick blues foi uma das primeiras músicas eletrificadas de Dylan.
Dylan disse posteriormente que essa canção era um amalgama de 3
lados, pois continha elementos de Jack Kerouac, de Peter Seeger e
Guthrie e de Too much monkey business de Chuck Berry. The
Subterraneans foi um livro lançado por Kerouac em 1958.
Fala sobre
drogas e política. Fala sobre caretice, os trabalhadores de 40 horas
semanais e a contra cultura dos anos 60s. Sobre a guerra do Vietnã.
Uma geração inteira reconheceu o Zeitgeist dessa canção. Falava
também do movimento dos direitos civis americanos.
Subterranean
homesick blues é a música de número 322 da lista das 500 maiores
canções de todos os tempos da revista Rolling Stones. Uma frase da
música: “You don't need a weatherman...”, foi a mais citada por
juízes e advogados nos Estados Unidos comparando com qualquer outro
compositor.
John Lennon
disse que a canção era tão cativante que ele não sabia como ele
seria capaz de compor algo que fosse comparado com ela.
Foi
regravada por Gregory Isaacs, Tim O'Brien, Red Hot Chili Peppers,
Harry Nilsson, Alanis Morissette, entre outros artistas.
Na gravação
original, Bob Dylan tocou violão, gaita e cantou. Al Gorgoni, Kenny
Rankin e Bruce Langhone tocaram guitarras. Joseph Macho Jr. E
William E. Lee tocaram baixo e Bobby Gregg tocou bateria.
O video clipe dessa musica, ideia original de Dylan passando cartazes com palavras ou frases, ja foi copiado milhoes de vezes pelo mundo afora.
A letra:
Johny's in the basement Mixing up
the medicine I'm on the pavement Thinking about the
government The man in a trench coat Badge out, laid off Says
he's got a bad cough Wants to get it paid off Look out kid It's
somethin' you did God knows when But you're doin' it again You
better duck down the alley way Lookin' for a new friend A man
in a coon-skin cap In a pig pen Wants eleven dollar bills You
only got ten.
Maggie comes fleet foot Face full of black
soot Talkin' that the heat put Plants in the bed but The
phone's tapped anyway Maggie says that many say They must bust
in early May Orders from the DA Look out kid Don't matter
what you did Walk on your tip toes Don't tie no bows Better
stay away from those That carry around a fire hose Keep a clean
nose Wash the plain clothes You don't need a weather man To
know which way the wind blows.
Get sick, get well Hang
around an ink well Ring bell, hard to tell If anything's gonna
sell Try hard, get barred Get back, write Braille Get
jailed, jump bail Join the army, if you fail Look out kid You're
gonna get hit But losers, cheaters Six-time users Hang
around the theaters Girl by the whirlpool is Lookin' for a new
fool Don't follow leaders Watch the parkin' meters.
Ah
get born, keep warm Short pants, romance, learn to dance Get
dressed, get blessed Try to be a success Please her, please
him, buy gifts Don't steal, don't lift Twenty years of
schoolin' And they put you on the day shift Look out kid They
keep it all hid Better jump down a manhole Light yourself a
candle Don't wear sandals Try to avoid the scandals Don't
wanna be a bum You better chew gum The pump don't work 'Cause
the vandals took the handles.
Alanis
Morissette cantando Subterranean homesick blues e Blowin' in the
wind, no UK Music Hall of fame:
Escrita em
conjunto por John e Paul, foi gravada em 15 de fevereiro de 1965 e
lançada em 6 de agosto do mesmo ano no disco Help!, o quinto disco
de estúdio dos Beatles. Foi a última canção composta pelo banda
antes de partirem pras filmagens do filme Help!. Foi composta na casa
de John, em Weybridge.
Na letra, o
cara, um pé de lã, avisa ao “amigo”, que se ele não valorizar
a namorada dele, o cantor pé de lã irá tirá-la dele. Foram usados
acordes de doo-wop na composição. John canta no estilo pergunta e
resposta com uma resposta entusiastica de Paul e George Harrison nos
backing vocals. Essa é uma última música considerada da fase
inicial dos Beatles. A partir do próximo disco, o Rubber Soul, já
entramos em outra fase mais elaborada.
Possui
algumas similaridades com outra canção deles, Another girl. Pra
deixar o som mais cheio, Paul tocou um piano, um trablho que até
então era feito pelo produtor George Martin. E Ringo adicionou uns
bongôs. Eles queriam explorar a novidade de então até o maximo, a
maquina de gravar de four-track, adicionando mais instrumentos pra
deixar o som mais encorpado.
No filme
Help!, a banda aparece cantando a canção no estúdio de gravação,
inclusive Paul tocando piano e Ringo os bongôs, além deles tocando
baixo e bateria, respectivamente. No fim, os bandidos usam uma serra
pra serrar ao redor da bateria. O produtor pede pra gravarem
novamente por causa do barulho e eles se perguntam quem está fazendo
barulho e quando percebem, Ringo desaparece junto com a bateria.
Foi gravada
em português por Renato e seus Blue Caps. Los Darts cantaram em
espanhol. Dwight Twilley gravou-a em 2009, Anya Marina em 2012, entre
outros artistas.
Na gravação,
John cantou e tocou violão rítmico, Paul tocou baixo, piano e fez
backing vocals. Geore Harrison tocou guitarra solo e fez backing
vocals. Ringo tocou bateria e bongôs.
A letra:
You're going to
lose that girl You're going to lose that girl If you don't take
her out tonight She's going to change her mind And I will take
her out tonight And I will treat her kind
You're going to
lose that girl You're going to lose that girl If you don't
treat her right, my friend You're going to find her gone Cos I
will treat her right, and then You'll be the lonely one
You're
going to lose that girl You're going to lose that girl I'll
make a point Of taking her away from you, yeah The way you
treat her what else can I do?
You're going to lose that
girl You're going to lose that girl I'll make a point Of
taking her away from you, yeah The way you treat her what else can
I do?
If you don't take her out tonight She's going to
change her mind And I will take her out tonight And I will
treat her kind You're going to lose that girl You're going to
lose that girl You're going to lose that girl
A versão
original dos Beatles:
A versão de
Anya Marina:
Sanada Maitreya
and The Nudge Nudge:
De brinde,
Renato e seus Blue Caps (O meu primeiro amor):
Escrita por
Paul Simon, foi gravada e lançada por ele inicialmente em agosto de
1965, no seu disco The Paul Simon Songbook e depois lançada em um
compacto que tinha Leaves that are green como Lado B. Essa é a
versão escolhida pela lista do Discografia Obrigatória.
Em janeiro
de 1966, ela foi regravada, agora pela dupla Simon and Garfunkel.
Paul Simon a escreveu antes ainda de 1964, mas não havia lançado-a.
A canção fala de isolamento e distanciamento emocional.
Na versão
de Paul Simon sozinho, ele fez uma versão acústica, só com violão.
Na versão de Simon and Garfunkel, foi adicionada a parte elétrica.
O compacto de Simon and Garfunkel com I am rock chegou ao número 3
dos charts pop americanos. O de Paul Simon foi um fracasso comercial.
Foi
regravada pelos Hollies em 1966, Bobby Goldsboro em 1968, April Wine
em 2001, Shaw Blades em 2007, entre outros artistas.
A letra:
A winter's
day In a deep and dark December; I am alone, Gazing from my
window to the streets below On a freshly fallen silent shroud of
snow.
I am a rock, I am an island.
I've built
walls, A fortress deep and mighty, That none may penetrate. I
have no need of friendship; friendship causes pain. It's laughter
and it's loving I disdain.
I am a rock, I am an
island.
Don't talk of love, But I've heard the words
before; It's sleeping in my memory. And I won't disturb the
slumber of feelings that have died. If I never loved I never would
have cried.
I am a rock, I am an island.
I have my
books And my poetry to protect me; I am shielded in my
armor, Hiding in my room, safe within my womb. I touch no one
and no one touches me.
I am a rock, I am an island.
And
a rock can't feel no pain; And an island never cries.
Escrita por
Bob Dylan, foi gravada em 15 de janeiro de 1965, nos estúdios da
Columbia Records, em New York City. Foi lançada em 22 de março de
1965 no disco Bringind it all back home. Foi escrita no verão de
1964 e tocada pela primeira vez ao vivo em 10 de outubro de 1964. A
canção é considerada uma obra prima de Dylan, que traz imagens
memoráveis.
Entre as
frases mais conhecidas estao: “Money doesn't talk, it swears”,
“He is not busy being born, he is busy dying” e “Even the
president of the United States sometimes must have to stand naked”.
A letra expressa a raiva de Dylan com a hipocrisia, o comercialismo,
consumismo, e toda a cultura contemporanea americana, mas ao
contrário das músicas anteriores, ele não expressa otimismo na
possibilidade de soluções políticas.
Foi gravada
no mesmo dia que Mr. Tambourine man, Gates of Eden e It's all over
now, baby blue. Tom Wilson foi o produtor. O único acompanhamento é
o violão de Dylan, tocando riffs de folk blues, subindo e descendo,
na progressão dos acordes.
A estrutura
de acordes dessa canção é similar à usada pelos Everly Brothers
em Wake up little Susie. Críticos sugerem que a canção diz que o
problema político mais importante do nosso tempo é que nós somos
todos alimentados com um falso quadro da realidade e que isso chega
até nós a partir de todas as direções possíveis.
É um
indivíduo alienado que começar a identificar as caracteristicas do
mundo ao redor dele e que declara sua liberdade dessas regras. Dylan
canta com uma nova voz profetica que seria sua marca registrada. Essa
é a música até então com uma figura poetica mais complexa da
carreira dele.
Começa
canção com o apocalítico trecho: “Darkness at the
break of noon/Shadows even the silver spoon/The handmade blade, the
child's balloon/Eclipses both the sun and moon/To understand you know
too soon/There is no sense in trying.”
Provavelmente
a frase inicial se refere ao livro Darkness at noon, que se passa na
Russia Soviética em 1938, no periodo de Stalin. A canção tambem
traz muitos elementos do Livro do Eclasiastes. A canção continua
desfiando frases e pensamentos desconcertantes, até acabar dizendo
que se as pessoas visse o que ele pensa, com certeza a cabeça dele
iria parar numa guilhotina: “And if my
thought-dreams could be seen/They'd probably put my head in a
guillotine/But it's alright, Ma, it's life and life only”.
A canção é cantada quase sem Dylan
respirar, muito rapidamente. Dylan disse que It's alright, Ma (I'm
only bleeding) é uma de suas canções que ele mais considera
importantes. Em 1980, ele disse que não conseguiria sentar e
escrever It's alright, Ma (I'm only bleeding), que não saberia nem
como começar. Em 1997, ele disse que existem canções que ele
olhava pra trás e pensava: “Uau, como fiz isso?”, e essa canção
era uma delas.
Já foi
regravada por Roger McGuinn, pro filme Easy Rider, pois Peter Fonda
iria usar a versão de Dylan, mas não pôde por questoes de direitos
autorais e então pediu à McGuinn pra gravar uma versão e resolveu
o problema. Nessa gravação, McGuinn canta e toca violão e Gene
Parsons, dos Byrds, toca gaita.
Também foi
regravada pelos Byrds, Nannie Parres, Bettina Jonic, Billy Preston,
Terence Trenty D'Arby, Caetano Veloso, Mick Farren, Lee Abramson,
entre outros.
A letra:
Darkness at the break of noon Shadows
even the silver spoon The handmade blade, the child's
balloon Eclipses both the sun and moon To understand you know
too soon There is no sense in trying.
Pointed threats, they
bluff with scorn Suicide remarks are torn From the fools gold
mouthpiece The hollow horn plays wasted words Proved to
warn That he not busy being born Is busy dying.
Temptation's
page flies out the door You follow, find yourself at war Watch
waterfalls of pity roar You feel to moan but unlike before You
discover That you'd just be One more person crying.
So
don't fear if you hear A foreign sound to you ear It's alright,
Ma, I'm only sighing.
As some warn victory, some
downfall Private reasons great or small Can be seen in the eyes
of those that call To make all that should be killed to
crawl While others say don't hate nothing at all Except
hatred.
Disillusioned words like bullets bark As human gods
aim for their marks Made everything from toy guns that sparks To
flesh-colored Christs that glow in the dark It's easy to see
without looking too far That not much Is really sacred.
While
preachers preach of evil fates Teachers teach that knowledge
waits Can lead to hundred-dollar plates Goodness hides behind
its gates But even the President of the United States Sometimes
must have To stand naked.
An' though the rules of the road
have been lodged It's only people's games that you got to
dodge And it's alright, Ma, I can make it.
Advertising
signs that con you Into thinking you're the one That can do
what's never been done That can win what's never been won Meantime
life outside goes on All around you.
You loose yourself,
you reappear You suddenly find you got nothing to fear Alone
you stand without nobody near When a trembling distant voice,
unclear Startles your sleeping ears to hear That somebody
thinks They really found you.
A question in your nerves is
lit Yet you know there is no answer fit to satisfy Insure you
not to quit To keep it in your mind and not forget That it is
not he or she or them or it That you belong to.
Although
the masters make the rules For the wise men and the fools I got
nothing, Ma, to live up to.
For them that must obey
authority That they do not respect in any degree Who despite
their jobs, their destinies Speak jealously of them that are
free Cultivate their flowers to be Nothing more than
something They invest in.
While some on principles
baptized To strict party platforms ties Social clubs in drag
disguise Outsiders they can freely criticize Tell nothing
except who to idolize And then say God Bless him.
While one
who sings with his tongue on fire Gargles in the rat race
choir Bent out of shape from society's pliers Cares not to come
up any higher But rather get you down in the hole That he's
in.
But I mean no harm nor put fault On anyone that lives
in a vault But it's alright, Ma, if I can't please him.
Old
lady judges, watch people in pairs Limited in sex, they dare To
push fake morals, insult and stare While money doesn't talk, it
swears Obscenity, who really cares Propaganda, all is
phony.
While them that defend what they cannot see With a
killer's pride, security It blows the minds most bitterly For
them that think death's honesty Won't fall upon them
naturally Life sometimes Must get lonely.
My eyes
collide head-on with stuffed graveyards False gods, I scuff At
pettiness which plays so rough Walk upside-down inside
handcuffs Kick my legs to crash it off Say okay, I have had
enough What else can you show me ?
And if my thought-dreams
could been seen They'd probably put my head in a guillotine But
it's alright, Ma, it's life, and life only.
Bob Dylan ao vivo em Manchester,
Inglaterra, em 1965, com It's alright, Ma (I'm only bleeding):
A versão de Roger
McGuinn pro filme Easy Rider, de 1969:
Escrita por
John Lennon mas creditada à dupla Lennon/McCartney, foi gravada em
15 de junho de 1965 e lançada no disco Help! Em 6 de agosto de 1965.
Lennon disse
em 1980 que nunca gostou dessa canção.
John cantou
e tocou violão. Paul tocou baixo. George Harrison tocou guitarra
solo e Ringo tocou bateria e pandeiro.
Foi
regravada por Bryan Ferry em 1976, por Gary U.S. Bonds em 1981, Tyler
Hilton em 2000, Peter Cetera em 2001 e Dwight Twilley em 2009.
A letra:
I get high when
I see you go by My oh my When you sigh, my, my inside just
flies Butterflies Why am I so shy when I'm beside you?
It's
only love and that is all Why should I feel the way I do? It's
only love, and that is all But it's so hard loving you
Is
it right that you and I should fight Every night? Just the
sight of you makes nighttime bright Very bright Haven't I the
right to make it up girl?
It's only love and that is all Why
should I feel the way I do? It's only love, and that is all But
it's so hard loving you Yes it's so hard loving you, loving you
Escrita por
John Sebastian, foi lançada pelo The Lovin' Spoonful em agosto de
1965, no disco Do you believe in magic e depois lançada em compacto,
tendo como Lado B a música On the road again. A canção chegou ao
número 9 dos charts pop americanos. De acordo com a letra, a mágica
é o poder da música de proporcionar alegriae liberdade tanto pra
quem faz música quanto pra quem curte.
O baterista
da gravação foi Gary Chester. A versão do Lovin' Spoonful é o
número 216 da lista das 500 maiores canções de todos os tempos da
revista Rolling Stone.
Em 1977, a
canção foi hit novamente, com Shaun Cassidy. Foi também regravada
por John Mellencamp em 1976, Bud Rank, Randy Van Warmer, The Format,
BBMak, Steve Tyrell, Aly & AJ, entre outros. A versão de Aly &
AJ chegou ao número 2 dos charts de vendas e número 23 no Canadá,
em 2005.
John
Sebastian disse que apressou os três acordes de Love is like a
heaven, de Martha and The Vandellas pra criar a introdução de Do
you believe in magic.
A letra:
Do you believe in magic, in a young girl's
heart? How the music can free her, whenever it starts And it's
magic, if the music is groovy It makes you feel happy like an
old-time movie I'll tell you about the magic and it'll free your
soul But it's like tryin' to tell a stranger 'bout rock and roll
If you believe in magic, don't bother to choose If it's jug
band music or rhythm and blues Just go and listen, it'll start
with a smile It won't wipe off your face, no matter how hard you
try Your feet start tapping and you can't seem to find How you
got there, so just blow your mind
If you believe in magic, come along with me We'll dance until
mornin' 'til there's just you and me And maybe, if the music is
right I'll meet you tomorrow, sort of late at night And we'll
go dancing, baby, then you'll see How the magic's in the music and
the music's in me
Yeah, do you believe in magic? Yeah, believe in the magic of a
young girl's soul Believe in the magic of rock and roll Believe
in the magic that can set you free Oh, talkin' 'bout magic
(Do you believe like I believe?) Do you
believe in magic? (Do you believe like I believe?) Do you
believe, believer? (Do you believe like I believe?) Do you
believe in magic? (Do you believe like I believe?)