Escrita por Roger Waters, foi gravada entre julho e dezembro de 1982 e
lançada em 21 de março de 1983, no disco The final cut, o décimo segundo deles
e último a ter Roger Waters na banda. Foi produzida por Roger Waters, James
Guthrie e Michael Kamen. É a oitava faixa do disco, entre Get your filth
hands off my desert e Southampton Dock. Fala de frustração de Roger Waters com a liderança do mundo desde a Segunda
Guerra Mundial. Ele fala nos líderes por nome. Ronald Reagan, Aleaxnder
Haig, Menachem Begin, Margaret Tatcther, Ian Paisley, Leonid Brezhnev, Joseph
McCarthy e Richard Nixon. Sugere
que eles são desperdiçadores de vidas e que deveriam todos serem colocados em
um asilo de velhos. Dizem que são velhos infantis e tiranos incuráveis. Que são
incapazes de entender alguma coisa além de violência e de ver as próprias caras
na televisão. No final ele diz que os tiranos no asilo deveriam receber a solução
final. O nome Fletcher é uma homenagem ao pai de Roger Waters, Eric Fletcher
Waters, que foi morto na Segunda Guerra, em Anzio, na Itália. Roger Waters
cantou e tocou baixo. David Gilmour tocou guitarra. Nick mason tocou bateria.
Michael Kamen tocou piano e a National Philharmonic Orchestra tocou, conduzida
por Michael Kamen.
A letra:
Take all your overgrown infants away somewhere
And build them a home
A little place of their own
The Fletcher Memorial Home For Incurable Tyrants and Kings
They could appear to themselves every day
On closed circuit TV
To make sure they're still real
It's the only connection they feel
(And now, adding colour)
("Who's the bald chap?")
(A group of anonymous Latin-American meat packing glitterati)
Did they expect us to treat them with any respect?
Safe in the permanent gaze of a cold glass eye
Their favourite toy
They'll be good girls and boys
In the Fletcher Memorial Home for Colonial Wasters of Life and Limb
Is everyone in?
Are you having a nice time? (Goodbye!)
Now the final solution can be applied
A versão do
Pink Floyd:

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